Velho e Bom Arame


Mais uma dica para os prof. de Artes.
Esculturas criadas pelo artista Gavin Worth, com o velho e rústico arame. Gavin cria belas silhuetas de momentos mágicos da vida.





Não é Um Cocô!

Afinal o que é um blog?! Acredito que seja um diário público! Uma coisa cheia de revelações e declarações, assim tipo o da Anne... Não sabe quem é!? Frank pô! Se você leu, percebeu que 80% do que está escrito a li, não foi escrito por ela. Salvo se a garotinha fosse uma alienígena capaz de absorver uma enorme quantidade da literatura disponível naquela época sobre filosofia, psicologia e sociologia!

Com o tempo aprendi que apenas um argumento deve ser suficiente para me convencer de uma verdade. Quando os argumentos são múltiplos e com certa insistência, tipo empurrando goela baixo, tentando justificar que algo é verdadeiro... não tenho dúvida! Ha uma mentira por trás tão grande quanto o esforço e a necessidade de convencer! Ou melhor, enganar!


A imagem acima não é o que você esta pensando, mas foi feita para você pensar: É um cocô! Um cocô enganador...
Aliás, um gostoso cocô de chocolate!


O fato de estar em uma bandeja, nosso cérebro libera imediatamente mensagens do Tião Macalé: Nojento!!! Mas logo o bombardeio de imagens auxiliares fornece os componentes para uma associação desagradável com as fezes. Claro que esse é um exemplo de opção e não de omissão, sabemos que se trata de uma mentirinha, uma brincadeira.


A metáfora desse restaurante diz para compartilhamos um dos nossos momentos mais íntimos, sem o cheirinho desagradável é claro, e sem os comentários: Tá loco! Comeu cobra?! E por aí vai... Por falar nisso, alguém pode dizer se muçum é cobra? Se for comi cobra! Cruzes...




Olha o que esse cara fez!

Luz, lixo, sombra! Que tal um desafio aos alunos? Criar uma obra semelhante a do casal inglês Tim Noble e Sue Webster!







VISITE O SITE DO CASAL AQUI





 

Morrendo de Fome

Pra quem vive morrendo de fome! "Hospitalis" é o restaurante perfeito! Pena que fica na Letônia! Ou ficava, tem uma informação que ele fechou.


 Lá cliente nervosinho é tratado assim! veja a imagem!


 Se você chamar: hei garçonete! Vai ficar horas esperando... o negocio é: Hei! Enfermeira! O mesmo vale para o maitre, é cirurgião!



Ao sentar a mesa, quero dizer, nas macas, tem gente que perde a fome ao ver sua massa parecendo tripas, carne com orelhas e línguas, béééks!






Achou horrível? Veja essa ideia de um restaurante japonês pra você brincar de canibal! O Sushi é gigante lembrando uma pessoa para você devorar! Eu héin!!!



Documentos Secretos Revelam Ponte para Galópolis.


Documentos secretos da Prefeitura de Caxias do Sul mostram futura ponte de ligação com o bairro Galópolis!





Brincadeira gente! Essa maravilha é bem conhecida na internet , se chama Nanadaru-Bridge Loop, também conhecida como ponte espiral dupla, em Kawazu, Japão. Esta espiral tem um total de 45 metros, aparentemente suspensa em um vale entre duas montanhas. Sua medida é de 80m de diâmetro e a secção de rampa é 1,1 km de comprimento, localizada na rodovia 414 entre Tóquio e a península de Izu. Inacredite, ela tem 31 anos de idade!


Fantasmas no Parque dos Macaquinhos


Ontem caminhava pelo Parque dos Macaquinhos e olha o que eu fotografei!





Mentira! Essas imagens são de uma floresta na Escócia, em Alloa (nada ver com o Havai gente!),  e as figuras fantasmas são esculturas de Rob Mulholland.


Já imaginou se deparar com uma imagem dessas logo no Parque dos Macaquinhos? É sebo nas canelas com certeza!
Esse efeito de invisibilidade é causado pelo reflexo e a distorção do acrílico espelhado do qual são feitas as esculturas. Lembra do filme Predador?! Que medá!

O Dinheiro

O dinheiro reflete nossa imaginação, nossos desejos, necessidades e temores. Ele é nossa principal tecnologia social, por meio da qual vivemos hoje. Se formos sugestionáveis e vulneráveis ao que dizem e pensam os outros, o dinheiro espelhará tudo isso. A angústia que sentimos em relação ao dinheiro é reflexo da angústia que sentimos em relação a nós mesmos.



O dinheiro foi inventado para facilitar trocas entre as pessoas. O detalhe é que muitas coisas que não podiam ser medidas em termos monetários hoje têm preço. É o caso do cuidado com os filhos. As pessoas saem para trabalhar e deixam os filhos com profissionais. Outros não têm tempo nem para a amizade e, quando querem falar dos problemas, têm de pagar a um terapeuta. O dinheiro virou instrumento para aferir até nosso amor-próprio.



Quantas vezes ouvimos alguém dizer: “Quanto vale essa pessoa?” Há algum tempo, isso seria loucura. Temos que tratar o dinheiro como um meio, não como um fim. Mas, para isso, temos de ter um fim, um objetivo. Transformar o dinheiro em nosso único objetivo é como comer comida com gosto de plástico. Quando temos uma meta real, o dinheiro deixa de ser um problema tão grande.
Nossa cultura nos faz crer que coisas materiais podem nos fazer felizes, mas elas dão apenas um prazer superficial. Prazer é diversão, não perdura, é diferente de felicidade. Precisamos dessas coisas, mas a sociedade capitalista em que vivemos cria desejos para que haja sempre mais demanda. Pelo menos 75% dos produtos produzidos são dispensáveis.



Além disso, quanto mais você tem, mais medo tem de perder o que possui. É a velha história: se você coloca coisas bonitas em casa, vai precisar pôr trancas nas portas, contratar um segurança.

Quando temos dinheiro, começamos a satisfazer os desejos. E descobrimos outros que jamais imaginávamos ter. A ansiedade aumenta. Algumas pessoas sabem como desfrutar dessa situação, mas são exceção. O dinheiro não muda as pessoas, ele apenas traz à tona com mais força algumas características que o indivíduo já possuía, mas estavam latentes. Alguns tornam-se arrogantes. Outros, generosos, mas tudo isso já estava dentro deles, só que não tinham chance de se expressar.



O dinheiro pode ser um instrumento de atenção, ajuda, compartilhamento. De certa forma, ele foi inventado para ser isso mesmo. É preciso cultivar valores humanos, ajudar outras pessoas. Um aluno meu, no México, tinha um filho de cinco anos. No Natal, um menino bateu à porta pedindo esmola. O pai disse ao filho: “Dê a ele um de seus brinquedos”. O jovem pegou um, mas o pai lhe disse: “Não. Um de seus brinquedos preferidos”. O filho resistiu e chorou até que, muito triste, pegou um dos brinquedos de que mais gostava e o deu ao menino. Quando voltou, estava radiante e disse: “Pai, posso fazer isso de novo?” Ele descobriu a alegria de dar alguma coisa de valor.

TEXTO ORIGINAL: Jacob Needleman  - Filósofo americano, professor da Universidade Estadual de San Francisco. Autor do “O dinheiro e o Significado da Vida”


IMAGENS: Obras em acrílico do americano Paul Rousso. Para dar essa forma e textura hiperrealistas em suas esculturas ele utiliza a infusão de calor.



Professora Revoltada!


Calma! Não é nada disso que você está pensando. É um estado de espirito não esqueça!
A Professora Flávia de Cascavel (PR) enviou essa foto dizendo que concordava com minha campanha: “Educação Precisa de Revoltas”.

Cascavel - PR - Prox ao Calçadão